D e v i d o a o g r a n d e sucesso dos textículos publicados, aqui vai mais um, dito ontem pela gerente do restaurante onde trabalho, para mim, inconformada com o fato de os ingressos para o show do Chico Buarque terem esgotado. Pior que isso: eu estava ligando todos os dias para o Palácio das Artes para saber quando estariam a venda. A resposta era sempre a mesma: "não tem nenhuma previsão". Oras, essa frase dá a entender que, já que os shows vão acontecer entre 7 e 11 de dezembro, a venda não seria imediata, não é mesmo?
Mas, de um momento para o outro, parecem ter simplesmente decidido vender, e as pessoas ficaram sabendo umas pelas outras, e depois, quando a fila dobrou o quarteirão, chegou a Rede Minas e o resto do povo ficou sabendo. Eu cheguei lá meia noite, e soube que cada pessoa poderia comprar 10 ingressos! Nem preciso dizer o que aconteceu, e o quanto foi injusto.
Por isso eu canto:
“Joga pedra na administração {do Palácio}!
Joga bosta na administração!..”
(que merda!)
Ah, claro, esse não é o textículo. O textículo é esse:
“A única saída para o Brasil é o aeroporto”
Escrito por Gil às 12h15
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C o m o d i r i a o Júnior, esses são “textículos” que recolhi e que agora passo adiante:
De um poeta, numa conversa sobre o que ele fala para as mulheres no primeiro encontro:
“Não tenho nenhuma obrigação de faze-la gozar. Se quiser, goze-se”
De um professor da faculdade, para um aluno que perguntou o que é globalização:
“É como você estar em Paris, num hotel em frente ao Louvre, ligar a televisão e poder assistir ao Domingão do Faustão”
Escrito por Gil às 20h27
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[ seja curioso ]
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